QUANDO
TERMINE
A CONTAGEM
REGRESIVA

Capítulo 1
A GUERRA QUE POÊM FIM A TODAS AS GUERRAS



AO LONGO DOS SÉCULOS, sempre houve muitas guerras. Mas no século passado, devido ao rápido desenvolvimento da tecnologia, as guerras se tornaram cada vez mais destrutivas. Já no final da Segunda Guerra Mundial, o mundo estremeceu quando as duas primeiras bombas nucleares foram lançadas no Japão. Apenas duas dessas novas bombas foram suficientes para matar quase 200.000 pessoas.

E a verdade é que essas duas bombas não eram tão potentes em comparação com as armas nucleares que o homem desenvolveu desde então. As armas nucleares que existem hoje são umas 4.000 vezes mais potentes. E é muito difícil entender, ou até mesmo imaginar, a destruição que essas armas podem causar.

As duas primeiras bombas nucleares produziram duas nuvens de fumaça que chegaram a uma altitude de 7.600 metros (7,6 quilômetros). Em 1961, os russos lançaram a bomba Czar (RDS-220), que produziu uma nuvem de fumaça que chegou a mais de 64 quilômetros de altitude, enviando ondas de choque quase três vezes mais potentes por todo o mundo. Algo tão potente é quase inimaginável.

O clarão produzido pela explosão podia ser visto a mais de 1.000 quilômetros de distância. A explosão destruiu completamente um povoado desabitado que estava a 55 km do centro da explosão, e os edifícios que estavam a 160 km ao redor sofreram danos consideráveis. Uma bomba assim poderia destruir totalmente cidades como Los Angeles ou Nova York.

Quando essas duas bombas foram lançadas no Japão, em agosto de 1945, uma nova era começou para o mundo. Isto foi o começo de uma era sobre a que Deus profetizou há muito tempo atrás. Em muitas profecias Deus revela o que aconteceria no fim dessa primeira era da humanidade. E isso não significa o fim dos seres humanos, mas o fim da presente era e o começo de uma nova era.

O que o homem fez até agora com todas as armas que ele inventou? Ele usou todas elas! E não é uma possibilidade real que, mais cedo ou mais tarde, essas armas nucleares, armas de destruição em massa, também serão usadas? Se você pudesse saber quando isso poderia acontecer, você não gostaria de saber isto? Você não gostaria de saber o que pode fazer para que você e seus seres queridos possam estar melhor preparados e protegidos diante de tudo isto?

Este é o objetivo deste livro: ajudar o maior número possível de pessoas, àqueles que aceitem essa ajuda. E aceitar essa ajuda significa que você deve considerar honestamente o que está escrito neste livro, sem julgar precipitadamente e sem ser inflexível em seu julgamento.

Três livros foram escritos antes deste. O primeiro em 2005. E o objetivo de todos eles é o mesmo: informar, avisar e fazer todo o possível para ajudar as pessoas a estarem melhor preparadas para o que acontecerá em breve.

Alguns anos depois de escrever o primeiro livro, aprendemos que existem sequências e períodos de tempo proféticos que podemos observar para nos centrar em acontecimentos específicos que nos levarão à Terceira Guerra Mundial. Por exemplo, o dia 17 de dezembro de 1994, começou uma contagem regressiva profética para a Terceira Guerra Mundial. Vou explicar isso em detalhes mais adiante.

Vários desses períodos proféticos já se cumpriram, encaixando-se perfeitamente nessa contagem regressiva. Importantes acontecimentos proféticos se cumpriram durante esses períodos de tempo. E agora nos estamos aproximando aos últimos períodos de tempo que podem se encaixar nessa contagem regressiva.

E podemos calcular esses períodos de tempo proféticos e as datas em que eles caem. E embora não saibamos qual deles será o último período de tempo profético que precederá a Terceira Guerra Mundial, Deus nos deu marcadores específicos para que possamos saber quando isso pode acontecer. Dessa forma, podemos estar alertas para poder saber quando esse último período de tempo começa e assim poder estar preparados.

E desde então Deus nos tem dado mais compreensão sobre isto e agora podemos ver mais claramente os detalhes dessa contagem regressiva. Podemos identificar certos acontecimentos proféticos observando que certas nações estão fazendo; nações que desempenham um papel muito importante em tudo isso. Cada vez mais podemos ver esses acontecimentos proféticos se cumprindo. E talvez você se surpreenda um pouco quando leia sobre esses períodos de tempo proféticos, sobre esses acontecimentos e saiba quem são os protagonistas e as nações que são parte de tudo isso.

E olhar tudo isso com uma atitude realista, com equilíbrio e com certo temor, pode motivar uma pessoa a atuar da maneira correta. E isto pode salvar a vida de muitas pessoas.

O que está prestes a acontecer é algo horrível, algo que causará uma destruição tão grande que é difícil para a mente humana entender algo assim. E de nada adianta ignorar tudo isso. Porque ignorar tudo isso não impedirá que isso aconteça e muito menos fará com que isso simplesmente desapareça. Se você quer começar a se preparar para o que vai acontecer em breve você tem que ser sábio, tem que encarar a realidade e fazer as mudanças necessárias na sua vida.

Quando o nome de Deus é mencionado, as pessoas geralmente reagem de maneiras diferentes. E a maioria das vezes sua reação não é positiva. Por isso ao escrever sobre algo que Deus disse há muito tempo, me surgem alguns dilemas.

O primeiro dilema tem a ver com as decisões que tenho que tomar sobre como chegar às pessoas, como avisá-las, como ajudar as pessoas sem ofender a ninguém, mas expondo a verdade de maneira clara, com firmeza e da forma mais concisa possível. Pra mim isso é um dilema porque eu sei que há muitas pessoas que seguem algum tipo de religião ou têm suas crenças religiosas, mas que também há muitas pessoas que não acreditam em nada.

E será necessário um grande esforço para explicar as coisas de maneira honesta, mas sem ofender ninguém. Ao menos essa é minha intenção. Porque, quando se trata de suas crenças religiosas, algumas pessoas podem se ofender quando ouvem que a verdade é algo diferente do que elas acreditam. Portanto, quero deixar bem claro aqui que em tudo que escrevi minha intenção não é criticar ou julgar a ninguém no que se refere ao que as pessoas acreditam.

Ninguém é perfeito. Todos temos coisas em nossas vidas que pensamos ser verdade, mas que ao final entendemos que não são verdade. E a realidade é que nossa vida melhora muito quando podemos ver coisas que não são verdade e as corrigimos, porque então adquirimos mais conhecimento e, muitas vezes, mais sabedoria também. Mas essas mudanças podem ser difíceis e é preciso ser humilde para poder fazer tais mudanças.

Então, como eu poderia chegar ao maior número de pessoas possível e ajudá-las com o que acontecerá em breve? O que eu posso fazer sabendo que em breve vai acontecer algo que pode causar a destruição de mais de 1/3 de toda a vida do planeta Terra?

O seguinte dilema tem a ver com o leitor. Porque muitas das coisas que estão escritas neste livro farão com que quase todas as pessoas tenham que escolher se vão pensar honestamente no que lhes está sendo dito ou se simplesmente pararão de ler. Você vai ter que escolher se vai analisar objetivamente o que lhe foi ensinado e que você sempre creu que era verdade e depois comparar tudo isto com a evidência de coisas que podem ser facilmente comprovadas que são verdadeiras.



Por que falar sobre Deus?

É muito difícil falar sobre um tema que apresenta evidências da veracidade de uma realidade que pode causar a destruição de quase 2/3 de toda a vida no planeta Terra. Isso é um tanto desconcertante e perturbador.

E, novamente, como poso convencer as pessoas a que pelo menos tentem considerar objetiva e honestamente o que eu lhes estou mostrando aqui? Como posso convencer as pessoas a parar e pensar sobre o que eu estou dizendo neste livro? Porque tudo isso pode ser perturbador ao princípio, pode parecer descabido ou até mesmo inaceitável. Mas tudo que eu lhe peço é que você dedique um pouco de tempo para ler toda história e que considere as evidências que eu vou mostrar aqui.

Desde que os seres humanos foram colocados nesta Terra, as pessoas se perguntam se Deus realmente existe. Para os que acreditam na existência de Deus, Deus é retratado de muitas maneiras diferentes, com base em ideias e crenças religiosas divergentes. A divisão e as guerras provocadas por essas ideias causaram muita destruição e morte, muita opressão e muito mal.

E isso é algo que vem acontecendo há milhares de anos. A verdade é que isso vai acontecer exatamente durante o tempo que Deus disse que iria acontecer. Porque Deus disse que Ele concedeu aos seres humanos 6.000 anos, como um testemunho do que os seres humanos fariam. A razão pela qual eu menciono a Deus logo no começo deste livro é justo o que está acontecendo agora: Deus nos avisou sobre tudo isso. Porque desde o começo só Deus sabe o fim de tudo isso. Só Deus pode revelar como Ele tem trabalhado com os seres humanos desde o começo da criação. Só Deus sabe como Ele cumprirá Seu propósito, como Ele terminará o que Ele começou. E se uma pessoa não está disposta a considerar essa verdade, não há razão para continuar lendo este livro. Porque então essa pessoa já tomou uma decisão. E sua decisão é imutável porque é algo que está consolidado na sua mente. E essa pessoa só saberá o que acontecerá quando tudo já estiver acontecendo. Mas então será tarde demais para se preparar.

Em muitas coisas os seres humanos são como crianças! Nossas mentes não podem entender o universo. É mais fácil para muitas pessoas acreditar que tudo começou com um big bang e que, com o tempo - muito tempo - a vida começou a evoluir. Somos tão bitolados, estamos tão cegos para coisas que deveriam ser óbvias para nós! Nos agrada pensar que somos “criaturas inteligentes, que temos muitos conhecimentos”. Nesta era moderna as pessoas se gabam dos avanços da tecnologia e da ciência. Mas a verdade é que ainda somos como crianças pequenas e, muitas vezes, somos simplesmente néscios.

Os que acreditam na teoria do big bang e/ou na teoria da evolução, que pensam que a vida foi evoluindo ao longo dos anos, não usam realmente a ciência para chegar a essas conclusões. E eles esperam que as pessoas continuem aceitando ideias tão ridículas e sem nenhum fundamento científico! Um big bang? Com base em quais leis essa explosão ocorreu? De onde veio uma explosão tão grande, capaz de criar um universo tão imenso? Com todos os avances da tecnologia aumenta nosso conhecimento e começamos a ver quão vasto é o universo. Porque agora podemos “ver” mais no universo; um universo do qual até agora ninguém é capaz de “ver” onde ele termina.

Com tudo o que os seres humanos aprenderam nas últimas décadas, como é que ninguém é capaz de explicar como essa ordem e essas leis surgiram de repente no universo? A matemática é uma ciência exata. As leis da física são exatas. Essas coisas não evoluem com o tempo e muito menos surgem de repente.

Sim. A verdade é que não somos mais que crianças. Não somos tão “maravilhosos” como pensamos. De nenhuma maneira! Foi somente nos últimos 100 anos mais ou menos que os humanos começaram a entender melhor as matemáticas e as ciências. E só agora a tecnologia finalmente avançou tanto; tecnologia que revolucionou o mundo. Será que a mente das pessoas hoje é muito mais desenvolvida que a mente das pessoas que viveram a séculos atrás, a milhares de anos atrás?

E, novamente, somos propensos a ser bitolados, a estar cegos para as coisas e a ser muito pretensiosos. Tudo o que o homem descobriu até agora no campo das matemáticas e das ciências sempre existiu. O problema é que simplesmente não podemos “ver” essas coisas! Não somos melhores ou mais adiantados que nossos ancestrais.

O que mudou então? Por que estamos tão adiantados comparados com aqueles que ficaram estagnados no que hoje podemos considerar como a “idade das trevas” da humanidade?

Em vez de considerar a remota possibilidade de que Deus possa ter algo a ver com tudo isso, as pessoas geralmente preferem ensinar nas escolas a história dos grandes inventores, preferem atribuir a eles os méritos por tudo isso.

Isaac Newton, por exemplo. Alguns dizem que Newton uniu os céus e a Terra com suas leis e que graças a ele os cientistas agora podem descobrir os segredos do universo.

Mas paremos e “pensamos” um pouco. Criou Newton essas leis? Abriu Newton o caminho para que os segredos do universo pudessem ser descobertos? Em sério? É claro que isso não significa que essas leis foram inventadas por ele. Ele simplesmente podia entender leis que sempre existiram.

É mais fácil para os seres humanos olhar para “nossas” conquistas, nossos conhecimentos e ideias, nosso intelecto, em vez de olhar para Aquele que nos dá o conhecimento e o intelecto e nos permite alcançar essas conquistas. É mais fácil atribuir os méritos a pessoas que simplesmente descobrem leis que já existem, em vez de honrar Àquele que criou essas leis e as mantêm em movimento.

É quase impossível para a mente humana imaginar que possa existir uma mente como a mente de Deus. É muito mais fácil ignorar e rejeitar tudo isso e enfatizar nossas grandes conquistas dando mais importância a àqueles que, supostamente, abriram o caminho para que pudéssemos alcançar tudo isso.

Além do mais, a natureza humana não quer aceitar a verdade sobre Deus. Especialmente o fato de que Ele é o Criador de tudo o que existe. Porque se reconhecemos isso, então também teremos que reconhecer e examinar muitas outras coisas que estão profundamente escondidas na mente humana; coisas que a natureza humana não quer que sejam expostas. Coisas que têm a ver com nós mesmos e com a base de nossa natureza. A verdade é que o ser humano não quer uma autoridade tão patente em sua vida, uma autoridade que lhe diga “como” viver a vida que lhe foi dada.

A mente humana rejeita por natureza qualquer autoridade que lhe diga como viver de uma maneira que lhe poporcione a maior felicidade, plenitude de vida, abundância e prosperidade possíveis. Em vez disso, queremos decidir essas coisas por nós mesmos. E a pergunta que devemos fazer-nos é: Estamos conseguindo isso?

Sim. A verdade é que somos como crianças se nos comparamos a um Deus Criador. Nossa mente não pode entender além dessa existência física e das leis físicas. E por que então fingimos que entendemos essas coisas? No entanto, o conhecimento e a compreensão das coisas espirituais é o que faz com que as pessoas sejam verdadeiramente livres!

A VERDADE é que Deus tem um plano para a Sua criação, para a humanidade. E agora estamos no final da primeira fase desse plano, do propósito de Deus para a criação da vida humana. Deus agora está revelando mais claramente do que se trata esse plano. Porque chegou a hora de concluir esse plano, de cumpri-lo. Nos últimos 6.000 anos, esse entendimento permaneceu oculto para os seres humanos. Da mesma forma que outros conhecimentos também não foram revelados aos seres humanos.

Os avanços nas matemáticas, nas ciências e na tecnologia também permaneceram fora do alcance dos seres humanos. Durante milhares de anos esse conhecimento não foi revelado aos seres humanos. Até agora, quando a era do autogoverno do homem na Terra está chegando ao fim. Os seres humanos não adquiriram a capacidade de entender as matemáticas e as ciências de repente. Deus nos deu essa capacidade! Deus, no Seu tempo e de acordo com Sua vontade, comunicou esse conhecimento à mente dos seres humanos, revelou (mostrou) aos seres humanos coisas que eles não sabiam antes.

Deus não depende ou necessita do que é físico, desse mundo físico, mas mesmo assim Ele criou tudo isso. Deus existe em um âmbito que vai muito além do âmbito físico. E é por isso que os seres humanos não podem entender essas coisas até que Deus as revele. Deus existe e se comunica em um âmbito espiritual. Deus não precisa se comunicar através de leis físicas, no âmbito físico. Através de Seu espírito Deus pode se comunicar e revelar coisas - qualquer coisa - diretamente à mente humana, aos pensamentos dos seres humanos.

Foi Deus quem deu a Isaac Newton a capacidade de descobrir as coisas que ele descobriu. Foi Deus quem lhe deu os conhecimentos que ele tinha. Foi Deus quem deu a Albert Einstein os conhecimentos que ele tinha. E o mesmo se aplica a todos os grandes avanços das matemáticas e das ciências. A VERDADE é que Deus não deu todo esse conhecimento e toda essa compreensão aos seres humanos antes por causa do Seu plano e Seu propósito para os primeiros 6.000 anos de existência humana.

Porque se Deus tivesse feito isso antes, teríamos destruído a tudo, incluindo a nós mesmos, a muito, muito tempo atrás. O propósito de Deus é conceder aos seres humanos 6.000 anos para que eles governem a si mesmos, antes que Ele intervenha nos assuntos deste mundo e nos leve a uma nova era, uma era de muita prosperidade para todos os povos, para todo o mundo.

Os seres humanos estão à beira da total destruição, da completa aniquilação de toda a vida no planeta Terra. Quanto mais avanços fazemos na tecnologia, mais destruição estamos causando a nosso planeta.

E a verdade é que se Deus não existisse a vida no planeta Terra estaria condenada a destruição. Mas os seres humanos estão cheios de orgulho. E a maioria das pessoas escolhe acreditar que podemos resolver nossos problemas usando nosso intelecto. A verdade é que uma guerra nuclear está a ponto de estourar e os seres humanos possuem armas nucleares suficientes para destruir várias vezes toda a vida no planeta Terra. Essa é a verdade!



A VERDADE!

Há uma frase infame, mas também muito famosa, que resume muito bem a atitude das pessoas quando se trata do tema “verdade”.

No dia em que Cristo foi morto, a Bíblia menciona algo que Pilatos disse então, a resposta de Pilatos a Cristo. Pilatos perguntou a Cristo se ele era um rei, e Cristo respondeu: “Por isso eu nasci e por isso vim ao mundo: para dar testemunho da verdade. Quem é da verdade ouve a minha voz. (João 18:37).

E a resposta de Pilatos a isso é a resposta típica da natureza humana. Ele respondeu, dizendo: “ O que é a verdade?” (João 18:38). E depois de dizer isso, ele se foi. Ele não estava interessado em ouvir a resposta de Cristo.

A atitude das pessoas no mundo de hoje em relação à “verdade” é muito parecida a atitude de Pilatos. Especialmente quando se trata de religião. As pessoas querem sua própria verdade. E esse problema sempre existiu, durante os 6.000 anos da história da humanidade. Se Deus existe então deveria ser fácil concordar com o que Cristo disse: “A palavra de Deus é a verdade”. Mas existem milhares de interpretações, ideias, ensinamentos e crenças diferentes sobre o que é essa verdade.

Se Deus existe, então só pode haver uma verdade que vem de Deus. E não deveria ser difícil reconhecer isso. E a razão para colocar tanta ênfase em considerar se Deus existe ou não é porque, se uma pessoa não cré que Deus existe, então não faz sentido falar sobre a possibilidade de que Deus tenha revelado – cada vez mais - um mapa claro que nos leva ao fim da presente era e que agora a Terceira Guerra Mundial está a ponto de tornar-se realidade.

A verdade é que, nos últimos séculos, Deus tem dado mais conhecimentos aos seres humanos. Deus está fazendo isto pouco a pouco. Deus fez isso para nos trazer ao ponto em que estamos agora, ao nível de desenvolvimento tecnológico que temos agora. Deus orquestrou tudo isso meticulosamente, e de uma maneira muito oportuna, para que os avanços tecnológicos pudessem chegar ao nível que estão agora.

E se os seres humanos tivessem usado todo esse conhecimento para o bem de todos, o mundo seria muito diferente. Mas Deus sabia o que faríamos com todos os recursos, conhecimentos e compreensão que Ele nos deu. Ele sabia que usaríamos tudo isso da maneira errada. Fizemos do mundo um lugar poluído e muito perigoso para se viver. Tudo isso se deve principalmente à avareza das pessoas, das empresas e dos países.

Agora que estamos chegando ao fim desses 6.000 anos de nossa história, Deus nos está mostrando claramente que somos incapazes de governar a nós mesmos. Somos egoístas por natureza. Nossa natureza se opõe à Deus e à Sua verdade. Deus diz que a mente humana é inimiga de Deus. Deus diz que nossa mente não está sujeita às Suas leis e não pode fazer isto.

Algo tem que mudar! E a esse ponto chegamos agora. Deus trará grandes mudanças. E, ao fazer isso, Ele primeiro nos revela quão assustadoramente destrutiva é nossa natureza. E quando sejamos confrontados com essa verdade, a escala mundial, Deus então pode começar a instaurar uma nova era para os seres humanos.

Deus está permitindo que os seres humanos “vejamos” a nós mesmos de uma maneira que nunca nos vimos antes. É inevitável que os seres humanos usem da maneira errada o poder que Deus lhes deu. E mesmo sem uma guerra nuclear - uma guerra que em breve será realidade - acabaríamos destruindo toda a vida no planeta Terra. A proliferação e o inevitável uso indevido da energia nuclear estão simplesmente acelerando esse processo.

Deus diz que agora, em nossos dias, quando esta última guerra começar, 1/3 de toda a vida no planeta Terra será destruído, antes que Ele intervenha para pôr fim a tudo isso. Mas está escrito que mesmo assim a maioria das pessoas não vai querer eu Deus intervenha. O que levará então a mais destruição. Isso será explicado em mais detalhes neste libro. E também a participação de diversas nações em tudo isso.

O que acontecerá em breve será a lição mais importante em toda a história do planeta Terra. E também a mais difícil de aprender. Mas somente assim as guerras podem terminar. A Terceira Guerra Mundial será a guerra que vai pôr fim a todas as guerras.

Todos os esforços que os seres humanos fizeram através da Liga das Nações e das Nações Unidas para acabar com as guerras foram insuficientes. Alcançaram eles seu objetivo com tudo isso? Esta é uma parte importante da lição que devemos aprender. Os seres humanos não podem trazer paz ao mundo. Somente Deus pode fazer isso. E, felizmente, isso é o que Deus fará. Mas primeiro o mundo terá que passar por uma terrível destruição, em um nível que a mente humana não pode sequer imaginar.

O que é a verdade? Este livro se basa no princípio de que o que está sendo revelado aqui sobre a profetizada Terceira Guerra Mundial e as consequências disso é a verdade. A verdade revelada por Deus. E para mostrar o que é a verdade, também deve ficar claro o que é falso. Porque tudo isso está relacionado com o motivo pelo qual Deus agora vai permitir que Sua criação passe por tudo o que vai acontecer.

E novamente: O que é a verdade? Deus diz que os seres humanos estão enganados. E os seres humanos não entendem que estão enganados, mas essa é a realidade. A natureza humana pensa que tem razão. Ela não pode reconhecer que talvez ela esteja errada ou que esteja enganada.

E quem tem razão quando se trata da verdade? A verdade vem do budismo ou do hinduísmo? Talvez do islã ou do judaísmo? Do catolicismo ou talvez do cristianismo tradicional? Você precisa ver isto como o que realmente é.

Se você é muçulmano, você acha que os judeus têm razão? Se você é hindu, você acha que o budismo é a religião correta? Se você é católico, você acha que o judaísmo, o islã ou o cristianismo tradicional são as religiões corretas? A resposta a isso deveria ser clara. Ninguém acredita que outra religião, diferente da sua própria religião, seja verdadeira e correta. Se fosse assim, então você escolheria essa religião.

E falando sobre o assunto “verdade”, vamos olhar mais de perto o que ensina o cristianismo tradicional. Mas, por onde começar? Para muitos, isso não será nada fácil. No entanto, existem provas irrefutáveis do que é falso e do que é verdadeiro no que vou expor a continuação.

O que vou expor a continuação, e que vou explicar mais detalhes no próximo capítulo, não tem como objetivo criticar ou ofender a ninguém. Estou expondo essas coisas para jogar um pouco de luz sobre esse assunto. Não é culpa das pessoas que a maioria das verdades expostas neste livro nunca lhes foram ensinadas. Mas uma vez que uma pessoa vê claramente a verdade é mais fácil se enfrentar ao que é falso. Isso também pode ajudar as pessoas a se prepararem melhor para o que acontecerá quando comece uma última guerra mundial.

Qual é a origem da maioria das doutrinas e crenças adotadas pelo cristianismo tradicional? Se você realmente quer saber a verdade sobre isso, basta com fazer uma pequena pesquisa na Internet. Faça uma pesquisa sobre a origem da Páscoa, do culto dominical, do Natal e da doutrina da Trindade. Ao fim de contas essas são as principais crenças da maioria dos seguidores do cristianismo tradicional.

Você então vai descobrir por si mesmo que o culto dominical foi incorporado às crenças do cristianismo tradicional. Eles mudaram o culto a Deus do sétimo dia da semana (o sábado – o Shabbat ) para o domingo, o primeiro dia da semana. Isso pode ser um pouco confuso para algumas pessoas, porque a algumas décadas atrás muitos países começaram a mudar os dias da semana no calendário. A segunda-feira passou a ser o primeiro dia da semana, fazendo com que o domingo seja o sétimo dia da semana, como se fosse o dia do Shabbat. Não é difícil comprovar todas essas coisas pesquizando na história.

Não vou mencionar aqui todas as fontes históricas que provam o que é verdadeiro e o que é falso nesses assuntos. Se você quer ser honesto consigo mesmo, será muito melhor que você faça uma breve pesquisa por conta própria. É muito fácil encontrar essas coisas.

E se depois de ser desafiado dessa maneira você continua sem aceitar a verdade, essa é a sua escolha e não faz sentido tentar dissuadi-lo. Você acreditará no que quer acreditar, independentemente de qualquer prova. Porque, como eu disse antes, as pessoas querem sua própria verdade.

E aí é onde as escolhas de uma pessoa se tornam extremamente importantes. Uma das coisas mais difíceis para uma pessoa nesta vida é afrontar de maneira madura o fato de que todos devem “aprender a assumir a responsabilidade por suas próprias decisões”.

A verdade é que o cristianismo tradicional só começou a ser algo organizado durante os séculos XV e XVI. As origens de suas crenças não podem ser rastreadas até os ensinamentos dos primeiros apóstolos. Mas você pode descobrir as origens do cristianismo tradicional pesquizando suas raízes, que estão na Igreja Católica.

Se todas as igrejas que têm suas raízes na Igreja Católica são honestas, não deveriam se perguntar por que elas aceitaram a maioria das doutrinas da Igreja Católica como verdadeiras e as adotaram como suas próprias doutrinas? Então, o que é a verdade? Quem tem razão em tudo isto? Que mudanças essas igrejas fizeram para que algumas delas sejam mais corretas que outras? E se as mudanças eram necessárias, o que era falso e precisava mudar?



Falsas ideias que durante séculos foram transmitidas de geração em geração

Muitas vezes é difícil para as pessoas acreditarem que certas ideias que são falsas possam ser transmitidas de geração em geração durante séculos. Ideias que são aceitas pela sociedade. A verdade é que as falsas ideias sempre foram aceitas pelas religiões como normais e até mesmo como verdadeiras.

Há uma história na Bíblia, uma história singular que pode ser encontrada no Livro de Números, que mostra isso claramente. Moisés estava guiando os filhos de Israel pelo deserto. Durante essa jornada de 40 anos, os israelitas sempre estavam reclamando por algo. Em uma dessas ocasiões eles começaram a reclamar de Moisés e a blasfemar contra Deus porque eles não estavam contentes com a maneira como Moisés os estava guiando.

Não havia água para cultivar alimentos e eles estavam cansados ​​de comer o maná que Deus lhes dava. Deus então enviou serpentes venenosas no meio deles. E como muitas pessoas já tinham morrido por causa das mordidas das serpentes, eles começaram a reconhecer sua desobediência a Deus e pediram a Deus que tirasse essas serpentes do meio deles.

O Senhor disse a Moisés: “Faça uma serpente e coloque-a no alto de um poste; quem for mordido e olhar para ela viverá”. Moisés fez então uma serpente de bronze e a colocou num poste. Quando alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, permanecia vivo. (Números 21:8-9).

Outra impressionante ocasião, quando essa mesma serpente de bronze voltou a ter significado histórico, aconteceu mais de 700 anos depois disso. Naquela época, a nação de Judá tinha deixado de obedecer a Deus. Eles estavam adorando a Deus de uma maneira que Deus lhes tinha proibido fazer. Ezequias, um jovem rei que se esforçava para ser fiel a Deus e levar a Judá a buscar a Deus novamente, começou a limpar o templo e a destruir os lugares e objetos usados ​​para a adoração pagã. Aqui está essa narração:

Seguindo o exemplo do seu antepassado, o rei Davi, Ezequias fez aquilo que agrada a Deus, o Senhor. Ele destruiu os lugares pagãos de adoração, quebrou as colunas do deus Baal e derrubou os postes da deusa Aserá. [Uma deusa cananeia]. Também fez em pedaços a serpente de bronze que Moisés havia feito e que era chamada de Neustã. [Que significa “um pedaço de bronze”]. (2 Reis 18:3-4).

Os filhos de Israel começaram a ver essa serpente em um poste como uma espécie de símbolo religioso, que eles deviam adorar. Eles queimavam incenso a essa coisa, porque pensavam que isso tinha poder para curar. E então Ezequias destruiu isso.

Mas esse símbolo não desapareceu. Os israelitas continuaram adorando essa coisa, como se isso tivesse poder para curar. O fato de Ezequias ter destruído isso não os impediu de continuar adorando outros símbolos que pareciam a essa coisa quando eles queriam ser curados de alguma doença. Hoje você pode ver esse mesmo símbolo nos hospitais e nas ambulâncias, embora as pessoas já não adorem isso. Depois de mais de 3.000 anos esse símbolo continua existindo como símbolo da cura.

E da mesma maneira muitas outras coisas foram incorporadas à religião e ao culto a Deus. Coisas que Deus não ordenou aos seres humanos e muito menos tinha a intenção de que isso fosse assim. E muitas dessas coisas faziam parte da adoração a outros deuses. As pessoas simplesmente não entendem que todas essas coisas foram sendo incorporadas à sua religião ao longo dos séculos.

Vou explicar essas coisas com mais detalhes mais adiante. Mas agora eu gostaria de examinar a origem etimológica da palavra páscoa. No inglês antigo, essa palavra é “eastre”, uma palavra de origem germânica. Essa palavra está relacionada à palavra alemã “ostern”, que significa “leste”. Alguns reconhecem que essa palavra está relacionada à palavra “Eastre”, que é o nome de uma deusa da fertilidade e da primavera. A realidade é que essa palavra está relacionada à costumes religiosos e aos símbolos de adoração dessa mesma deusa, que era adorada por diferentes povos e cujo nome foi traduzido a diferentes idiomas. Esta palavra está relacionada ao ponto cardeal “leste” e também está relacionada à importância do sol para as sociedades agrárias e a agricultura.

Durante o equinócio da primavera [no hemisfério norte], era costume de muitos povos celebrar um festival em homenagem à deusa da fertilidade, que eles associavam ao poder do sol para produzir vida. E foi assim que essa época do ano e esse costume começaram a ganhar importância. Eles começaram a celebrar um culto ao nascer do sol, durante o qual eles olhavam para o leste quando o sol estava nascendo.

Essa deusa foi adorada por numerosos povos ao longo do tempo. Eles acreditavam que ela era a consorte, a esposa de Baal. E com o tempo algumas mudanças foram introduzidas nas culturas dos diferentes povos. Essa deusa é mencionada na Bíblia como a “rainha do céu”, e continua sendo adorada por muitos com nomes como Ísis, Ishtar e Astarte.

Embora algumas pessoas se enfurecem ao ouvir isso, a verdade é que a palavra páscoa está relacionada aos costumes de adoração dessa deusa pagã. Essa palavra tem um importante simbolismo em tudo isso. Mas a palavra páscoa não tem sua origem na Bíblia. A realidade é que a origem dessa palavra está nos costumes de adoração a deuses pagãos e está associada à adoração aos deuses do sol e da fertilidade.

A missa da pascoa no domingo de manhã, quando o sol nasce, uma prática comum para muitos em datas perto do equinócio da primavera, não tem sua origem na Bíblia. Essa coisa de coelhos que põem ovos que as crianças vão procurar, é algo que está associado a costumes religiosos que começaram a muito tempo atrás. E embora muitos grupos religiosos neguem que essas coisas são falsas, essa é a verdade!



O culto no domingo e a missa da pascoa ao nascer do sol

Para muitos será difícil “encarar” a realidade de certas verdades; verdades que as pessoas simplesmente nunca souberam. E essas verdades formam uma razão importante para que a era dos seres humanos esteja chegando ao fim e para as mudanças que agora ocorrerão neste mundo. Mudanças que Deus fará! Tudo isso tem a ver com a razão pela qual Deus vai permitir que os seres humanos destruam 1/3 de toda a vida no planeta Terra antes que Ele intervenha.

Deus agora está levando os seres humanos a um ponto em que o mundo terá que encarar a “verdade”, o que é verdadeiro e o que é falso sobre Deus. Deus não vai permitir que os seres humanos sigam vivendo de acordo com seus próprios padrões, suas ideias, suas crenças religiosas, suas muitas formas de governo e seus muitos modos de vida. Os caminhos dos seres humanos não levam à liberdade e muito menos à paz. Somente o caminho de Deus nos leva a isso.

E aqui está uma das coisas mais importantes que precisam ser corrigidas: Cristo não ressuscitou em um domingo de manhã. E isso é algo que pode ser facilmente demonstrado. Cristo nem sequer ressuscitou no primeiro dia da semana (no domingo). Mas a ideia de que Cristo ressuscitou em um domingo de manhã está tão arraigada na mente de tantas pessoas que elas simplesmente não se atrevem a questionar isso. É muito mais fácil para as pessoas simplesmente negar a verdade como se fosse algo absurdo, para assim não ter que pensar em algo tão incómodo para elas.

E mais adiante eu vou lhe mostrar a prova dessa verdade e de muitas outras verdades que os seguidores do cristianismo tradicional e do catolicismo não conhecem.

Mais adiante eu mostrarei a prova, que não deixa lugar a dúvidas, de que Cristo ressuscitou no final da tarde do Shabbat, o sétimo dia da semana, pouco antes do anoitecer, quando o primeiro dia da semana (o domingo) estava começando. No tempo de Cristo, e na maior parte dessa era dos seres humanos, as pessoas sempre souberam que um novo dia começa ao entardecer e não à meia-noite, como as pessoas acreditam hoje.

Sim. É verdade. Cristo não ressuscitou em um domingo de manhã. Ele nem sequer ressuscitou nesse dia da semana. Além disso, Cristo não morreu no dia que muitos chamam de “Sexta-feira Santa”. Cristo morreu no começo da semana. Isso pode ser facilmente comprovado na própria Bíblia, onde isto é bem claro. E como é possível que as pessoas tenham sido mantidas na escuridão, na confusão e em todas essas mentiras durante séculos? Bem, isso é algo que cada pessoa deve julgar. E então essa pessoa tem que decidir por si mesma o que vai fazer e em que vai crer.

Quando o que é falso é exposto e o que é verdadeiro é revelado, uma pessoa tem que escolher o que vai seguir crendo. É possível que a natureza humana possa preferir facilmente crer no que quer crer, independentemente do que seja verdade e que pode ser facilmente demonstrado?



O cristianismo dividido

Antes de continuar, seria bom que você fizesse um teste para ver se você é honesto consigo mesmo. Você poderá julgar objetivamente as crenças que você aceita como verdadeiras quando fique demostrado que essas crenças são falsas? Isso não é algo fácil.

Deus diz que Sua palavra é a verdade e que é a Sua verdade o que pode libertar as pessoas. Mas as pessoas parecem não entender que é justamente porque elas aceitam o que não é verdadeiro, o que é falso, que elas estão em uma espécie de escravidão. Estar enganado e insistir em seguir crendo em coisas que não são verdadeiras é uma forma de “escravidão espiritual”, algo que trabalha em contra da mente humana. Se uma pessoa se esforça para se libertar do erro, do engano, das coisas que não são verdadeiras, então ela pode começar a viver o que é verdadeiro, pode começar a viver a verdadeira liberdade e a verdadeira paz, em um nível que ela nunca tinha podido experimentar antes.

Esse tipo de liberdade é algo espiritual, algo que ocorre em nossas mentes, algo que nos liberta e nos fortalece de uma maneira que poucos experimentam na vida. A maioria das pessoas não entende que o funcionamento da mente humana não é um processo físico, mas que é algo espiritual. É por isso que os seres humanos só podem entender as coisas físicas. Os seres humanos não podem ver ou medir as coisas que são de natureza espiritual, que ocorrem na mente.

Quando falamos sobre o cristianismo, é necessário começar desde o princípio. A verdade é que a Igreja de Deus - o verdadeiro cristianismo - começou no ano 31 d.C., no Dia Sagrado anual de Pentecostes. Esse Dia de Pentecostes foi depois da temporada anual de Dia Sagrados em que Cristo foi morto, depois da celebração anual do Pessach. Deus diz que Cristo morreu como o sacrifício do Pessach por toda a humanidade. E Cristo morreu exatamente no dia dessa celebração anual.

Depois que Cristo morreu e foi ressuscitado, os discípulos não voltaram a reunir-se para celebrar o Pessach. Não há nenhuma narração sobre isso, não há registro de que isso tenha sucedido nas décadas que se seguiram.

Cinquenta dias depois da ressurreição de Cristo os discípulos se reuniram em Jerusalém para celebrar o Dia Sagrado anual de Pentecostes, como Deus nos ordena. A Bíblia revela claramente que eles observavam as leis de Deus, que incluem a observância dos dias sagrados anuais descritos em Levítico 23. Eles nunca comemoraram o Natal ou a Páscoa.

A medida que o cristianismo começou a crescer como religião e começou a ser levado a outras regiões do Império Romano, seus seguidores sofreram muita perseguição por parte de outras pessoas no mundo, especialmente dos governos. Da mesma maneira que a maioria das pessoas rejeitou as palavras de Cristo, e o governo de sua época o condenou à morte. Isso é algo que não mudou muito ao longo dos séculos.

Depois que Cristo morreu e a Igreja de Deus foi fundada, com o tempo outras ideias sobre Cristo e seus ensinamentos começaram a ser introduzidas em um mundo que então estava sob o domínio dos romanos. Alguns sacerdotes e mestres de outras religiões gostavam das histórias sobre Deus e sobre Seu Filho. E eles começaram a misturar essas histórias com suas próprias crenças. Essas novas histórias pareciam muito melhores do que as coisas que eles usavam para influenciar as pessoas com ideias e crenças sobre seus deuses.

Os antigos romanos eram conhecidos pelos muitos deuses que eles adoravam. Eles atribuíram sua glória como império mundial à devoção religiosa de sua população (os pietas) e seus esforços para agradar aos deuses. Os romanos conquistaram muitas nações e incorporaram certas crenças e costumes religiosos dos povos conquistados às seus próprios costumes e crenças religiosas. Isso é algo que você pode comprovar na história.

Na antiga religião romana era mais importe o conhecimento da prática correta da oração e dos rituais que aquilo no que eles criam. Depois que a Igreja de Deus foi fundada no ano 31 d.C., e o cristianismo começou a ser ensinado, foi fácil para os sacerdotes e mestres das religiões romanas incorporar essas costumes e ensinamentos sobre Deus e sobre Cristo a seus próprios ensinamentos. Esse novo movimento teve tanto sucesso que eles também adotaram o nome de “cristãos”.

No ano 325 d.C., a influência e o poder desse movimento entre os sacerdotes do Império Romano, que se autodenominavam cristãos, haviam crescido tanto que o próprio imperador Constantino interveio para consolidar os ensinamentos desse novo tipo de cristianismo. A história diz que ele fez isso por causa de certas influências que estavam causando divisão entre os sacerdotes do Império Romano, que não podiam chegar a um acordo. O objetivo de Constantino era unificar a todos eles e criar uma nova religião, que seria a religião oficial do Impero Romano.

Constantino queria unir aos sacerdotes através dessas crenças recém-estabelecidas e consolidadas. E não somente isso, mas seu objetivo também era proibir e erradicar a seita do cristianismo, que para a maioria dos romanos tinha muito em comum com o judaísmo. Os romanos odiavam os judeus. Tanto que eles usaram os judeus como escravos para construir o grande Coliseu em Roma.

E então o imperador romano Constantino convocou uma convenção para discutir os assuntos do cristianismo, estabelecer certos princípios e unificar a religião em todo o Império Romano. E essa conferência, que foi convocada no ano 325 d.C., ficou conhecida como o Concilio de Nicéia. Constantino também participou do processo de decisão.

Foi então que o Credo Niceno foi estabelecido, uma declaração de fé que inclui a doutrina da trindade. Os historiadores dizem que uma das razões pelas quais Constantino queria reunir os principais bispos e sacerdotes romanos era um ensinamento que estava causando divisão entre eles; uma doutrina ensinada por um sacerdote chamado Ário. Na opinião de Constantino - e da maioria dos sacerdotes romanos - os ensinamentos de Ário tinham muito em comum com os ensinamentos de alguns judeus que viajavam por todo o Império Romano ensinando sobre Cristo.

Naquela época as discussões entre os sacerdotes romanos centravam-se na natureza de Cristo. Ário ensinava que Cristo, o filho de Deus, foi criado e que sua existência só começou depois que ele nasceu de Maria, sua mãe. O grupo que era o mais popular, e que tinha o apoio de Constantino, acreditava que Cristo também era Deus e que sempre tinha existido.

Toda essa informação pode ser facilmente encontrada na Internet. E para resumir essa história, foi então que a doutrina da trindade foi estabelecida como uma das muitas doutrinas que mais tarde foram instituídas como os ensinamentos fundamentais dessa nova igreja romana. Constantino então fundou a religião oficial de todo o Império Romano.

Ário foi considerado um herege e foi exilado. Embora ele concordava com muitos dos outros ensinamentos dos sacerdotes que estavam reunidos em Nicéia, ele não mudou seu parecer sobre e insistia em que Cristo não existia antes de nascer de sua mãe Maria. Sua postura causou divisão levando aos sacerdotes de Roma a consolidar sua crença na trindade, insistindo em que Cristo sempre existiu. Essa controvérsia abriu o caminho para que uma igreja diferente, uma igreja que não era a Igreja primitiva, surgisse no mundo e crescesse enormemente com o apoio do governo romano da época. E quase 1.100 anos depois, outras igrejas, também chamadas cristãs, se separaram dessa igreja romana, formando a base para as igrejas protestantes de hoje.

No ano 325 d.C., eles não somente estabeleceram a doutrina da trindade, mas também adotaram oficialmente a celebração da Páscoa. Porque a celebração da Páscoa na primavera é contraria à doutrina e à celebração anual do Pessach. A partir desse momento ficou proibido celebrar o Pessach em todo o Império Romano.

E também ficou proibido guardar o Shabbat semanal no sétimo dia da semana. Esse novo cristianismo romano usou a história da Páscoa como autoridade para mudar o Shabbat do sétimo dia da semana, o sábado, para o primeiro dia da semana, o domingo. Essa mudança foi justificada, não pela Bíblia, mas por eles mesmos, pelo ensinamento de que Cristo ressuscitou em um domingo de manhã. Mas isso não é verdade! Quando os discípulos chegaram ao túmulo de Cristo no domingo de manhã o anjo lhes disse que Cristo já havia ressuscitado. Mas o anjo não lhes disse que Cristo tinha ressuscitado no domingo de manhã.

Além do mais a Enciclopédia Católica reconhece que não há base bíblica que outorgue autoridade para mudar o Shabbat do sétimo dia da semana, o sábado, para o primeiro dia da semana, o domingo. Eles alegam que isso foi feito sob a autoridade da Igreja Católica e de seus papas. O que eles afirmam em realidade é que as igrejas protestantes não têm autoridade na Bíblia para guardar o primeiro dia da semana, o domingo, como o dia do Shabbat, mas que elas simplesmente aceitaram a autoridade da Igreja Católica para fazer isso.

Embora tenha sido perseguida durante séculos, a Igreja primitiva que foi fundada no ano 31 d.C., continua celebrando o Pessach todos os anos, até os dias de hoje. Mesmo quando o Império Romano a proibiu de fazer isso. Podemos ler claramente no capítulo 13 do livro de João que o próprio Cristo instituiu a nova cerimônia para a celebração do Pessach. O apóstolo Paulo também ensinou isso à Igreja e ordenou a Igreja observar essa mesma cerimônia na celebração do Pessach. (1 Coríntios 11:23-28 e 1 Coríntios 5: 1-8).

Então, o que é a verdade? Aqueles que se dizem cristãos, que afirmam seguir a Cristo, devem observar o Pessach ou a Páscoa? Essas são decisões que uma pessoa deve tomar sobre o que ela escolhe crer ou não crer.

O mundo está tão confundido sobre quem é Deus e o que Deus diz! Meu objetivo ao expor essas ideias e histórias falsas sobre Deus e sobre Cristo é que as pessoas possam começar a reconhecer essas coisas e a dar ouvidos ao aviso contido neste livro, para que assim elas possam começar a se preparar para a Terceira Guerra Mundial.



Dois ensinamentos opostos sobre Cristo

Por contar com o apoio da nação dominante da época, a igreja romana que o Imperador Constantino instituiu como a religião oficial do Império Romano cresceu rapidamente, ganhando popularidade, ganhando poder e também muitos seguidores. Essa igreja continuou a crescer, ganhando cada vez mais popularidade, mais influência e poder ao longo dos séculos, e foi reconhecida como “cristianismo”. Ao mesmo tempo que a verdadeira Igreja de Deus era oprimida e perseguida, e as pessoas a viam como uma seita perigosa.

Antes de falar sobre a profecia, cujo enfoque é a epoca atual em toda a história da humanidade, no próximo capítulo falaremos com mais detalhes sobre certas histórias que são falsas sobre Deus e sobre Cristo. E isso não tem como objetivo criticar a ninguém no que se refere a suas crenças, mas somente mostrar a verdade. E talvez isso possa libertar as pessoas do que não é a verdade.

A verdade é que o cristianismo que começou no ano 31 d.C. não é o mesmo “cristianismo” que foi fundado e cresceu no Império Romano e no mundo depois do ano 325 d.C.

Talvez você possa analisar honestamente as grandes diferenças entre esses dois ensinamentos opostos sobre o cristianismo simplesmente questionando as coisas que lhe foram ensinadas desde a infância. As crianças que crescem no cristianismo tradicional aprendem com o tempo que não lhes ensinaram a verdade sobre coisas muito fundamentais. Elas aprendem que o coelhinho da Páscoa não existe e muito menos o Papai Noel, que mora no Pólo Norte e é capaz de levar presentes a todas as crianças do mundo em somente uma noite. Essa é uma tradição amplamente aceitada nos Estados Unidos e adotada por muitos ao redor do mundo. Mas também em outros países as pessoas têm tradições de comemorar o Natal, e Papai Noel tem nomes diferentes, como São Nicolau, por exemplo. A história do Papai Noel tem sua origem no personagem britânico Santa Claus e no personagem holandês Sinterklaas. Em outras partes do mundo esse personagem também é conhecido como Sint Nick ou São Nicolau.

O próximo passo, o mais lógico, deve ser se perguntar qual é a origem do Natal. O Natal não tem sua origem na Bíblia. A maioria dos estudiosos e eruditos do cristianismo tradicional reconhece que Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro ou perto dessa data. Eles também reconhecem que Cristo não nasceu no inverno. De acordo com a narração histórica da Bíblia, Cristo nasceu no começo do outono. Mas foi somente nas últimas décadas que os estudiosos e eruditos do cristianismo tradicional finalmente começaram a admitir essa verdade.

Outra coisa que eles ensinam sobre o Natal é que havia uma estrela brilhando sobre a pequena cidade de Belém, indicando i caminho ao lugar onde Cristo nasceu. Isto é também uma fábula, que contradiz a astronomia. A verdade é que, quando a Bíblia fala sobre uma estrela, muitas vezes isto significa um anjo, um ser que é espírito. De fato, foi um anjo que indicou o caminho ao lugar onde Cristo havia nascido.

E, novamente, hoje em dia é fácil encontrar essa informação na Internet.

As ideias sobre o nascimento de Cristo, que ele nasceu na época do solstício de inverno, foram incorporadas pela Igreja de Roma no século XII e unificadas em uma cerimônia religiosa. Naquela época eles já comemoravam um festival que tinha sido instituído por outro imperador romano chamado Aureliano em homenagem ao Sol Invictus (Sol Invencível), que era o deus do sol do Império Romano e padroeiro dos soldados.

No dia 25 de dezembro do ano 274 d.C., Aureliano adotou esse deus como uma das divindades oficiais do Império Romano. A razão pela qual a igreja romana concordou em adotar a comemoração do Natal foi registrada em um manuscrito pelo bispo Jacob Bar-Salibi, um bispo do século XII. E diz:

Era um costume pagão comemorar o aniversário do Sol no dia 25 de dezembro, dia em que eles acendiam as luzes como sinal de que estavam festejando. Os cristãos também participavam dessas festividades e solenidades. E quando os eruditos da igreja perceberam que os cristãos também participavam desse festival, eles se reuniram e decidiram que a verdadeira natividade deveria ser comemorada no mesmo dia.

O Natal é uma criação da Igreja Católica Romana. Em inglês a palavra Natal, Christmas, é uma combinação do nome Christ (Cristo) e da palavra maas (missa), que é o ritual litúrgico mais importante da Igreja Católica. A grande maioria dos seguidores do cristianismo tradicional aceita essa doutrina e também comemora o Natal. Mas a Igreja de Deus - os verdadeiros cristãos - cuja doutrina e linhagem têm suas origens na Igreja primitiva, que foi fundada no ano 31 d.C., nunca aceitou a doutrina do Natal

E talvez você se pergunte: Mas o que há de errado em comemorar isto se afinal de contas o Papai Noel é só uma fábula e Cristo em realidade não nasceu no Natal? A verdade é que não há nada de errado nisso se você não se importa com o que Deus diz sobre esses rituais e costumes. Mas se você se importa com isso, você não gostaria de saber a verdade sobre o que Deus diz sobre isso?



O Verdadeiro Messias

No final deste capítulo eu mostro uma lista com as diferenças entre crenças do cristianismo que são opostas umas a outras. E no seguinte capítulo mostrarei provas irrefutáveis ​​na Bíblia do que é verdadeiro.

A verdade é que esses dois pontos de vista são muito diferentes e opostos um ao outro. E somente um deles pode ser verdade. Porque se um deles é verdadeiro logicamente o outro é falso. Ou ambos são falsos. Mas ambos não podem ser verdadeiros!

É fácil aceitar como verdadeiras coisas que durante séculos foram adotadas pela sociedade, pelas massas. A verdade é que a natureza humana é atraída pela conformidade e é muito difícil ir contra as normas estabelecidas e expor o que é falso. E muitas vezes as pessoas se opõem veementemente a isso. É quase impossível para as pessoas aceitarem o que é verdadeiro e viverem de acordo com isso.

É por isso que em breve a Terceira Guerra Mundial será uma realidade. Poucas pessoas no mundo sabem ou ouviram a verdade sobre o propósito de Deus para a existência humana. Poucas pessoas sabem que Deus tem um plano para a existência humana e que Deus está cumprindo esse plano e propósito de uma maneira sistemática.

A realidade é que Deus determinou claramente períodos de tempo cíclicos para os seres humanos. Deus nos deu a semana de sete dias como um símbolo profético de Seu propósito, de Seu plano de 7.000 anos para a criação dos seres humanos. E o sétimo dia da semana deve lembrar-nos que Ele é o nosso Criador e o Criador de todas as coisas.

Ao longo do tempo poucas pessoas entenderam ou souberam qual é o propósito de Deus em revelar aos profetas que Ele enviaria um Messias para a humanidade. A palavra Messias e a palavra Cristo significam exatamente o mesmo: “O ungido”. Mas ungido para quê?

Os israelitas e a nação judaica na época de Cristo sabiam que Deus enviaria um rei para reinar em Seu Reino. Mas eles não sabiam o que isso realmente significa. Até mesmo para os discípulos foi difícil entender o que Cristo lhes disse sobre ele. Eles acreditavam que ele era o profetizado Messias e que Deus ia fazer dele um rei que lhes libertaria do domínio romano sob o que eles estavam naquela época.

Quando Cristo entrou em Jerusalém, na última semana de sua vida como ser humano, milhares de pessoas o receberam com hosanas, dizendo que ele era o Messias, o filho (descendente) de Davi, a quem Deus havia enviado para ser o rei, para reinar em Seu reino na Terra.

Cristo disse aos discípulos muitas vezes que ele não tinha vindo como o Messias; que ele tinha vindo para ser o sacrifício do Pessach. Mas eles só puderam entender o significado espiritual de suas palavras quando eles receberam o espírito de Deus, depois da morte de Cristo. E isso aconteceu no Dia de Pentecostes do ano 31 d.C., que foi quando a Igreja de Deus foi fundada. E, como podemos ler no livro de Atos, só então eles compreenderam que Cristo é o Rei do Reino de Deus, que no futuro ele reinará na Terra, mas que ele primeiro veio para cumprir o significado e o propósito. revelado na celebração anual do Pessach.

Cristo veio a primeira vez como o Cordeiro de Deus, como o sacrifício do Pessach para toda a humanidade. Mas agora ele virá como aquele a quem os discípulos esperavam na sua época. Em breve Cristo vai voltar. Mas desta vez ele virá como o Leão de Deus, para reinar sobre todas as nações da Terra como o Rei de todos os reis, no Reino de Deus.

O Reino de Deus não está no céu. O Reino de Deus é um governo que reinará sobre os seres humanos, sobre todos os que viverão em uma nova era para os seres humanos, uma era que começará depois dessa última guerra: a Terceira Guerra Mundial.

Assim como Ele estabeleceu a semana de sete dias, Deus também determinou um período de 7.000 anos, que é o que a semana de sete dias representa profeticamente. Deus deu aos seres humanos os primeiros seis dias da semana para que eles se ocupassem de seus próprios assuntos, de seu trabalho. Mas Deus determinou que o sétimo dia, o Shabbat semanal, é um período de tempo em que os seres humanos devem se concentrar em Sua obra, em Suas instruções e em Sua verdade.

Do mesmo modo, esse simbolismo é profeticamente revelado nos 7.000 anos que Deus determinou para os seres humanos. Agora estamos chegando ao fim dos primeiros 6.000 anos, durante os quais Deus permitiu que os seres humanos vivessem “à sua maneira”. Mas nos próximos 1.000 anos, os seres humanos aprenderão a viver de acordo com os caminhos de Deus e terão que se submeter ao Seu governo, que governará a todas as nações do mundo durante esse período de tempo.

Quando comece esse reinado de 1.000 anos - o Milênio - Cristo reinará sobre as nações e haverá somente um governo. Deus não permitirá nenhum governo formado por seres humanos. Nunca mais! Nunca mais haverá ditadores, nem política, nem partidos políticos, nem votantes, nem governos formados por seres humanos. Estas são as “boas novas” da verdade de Deus.

Vou citar algumas passagens do livro de Apocalipse mais adiante. Mas os últimos capítulos do livro de Apocalipse falam sobre a segunda vinda do Messias como rei dos reis. Ele é o sacrifício do Pessach e o Cristo da humanidade. Ele é o Filho de Deus, cujo Pai é o único Deus Todo-Poderoso. Ele é aquele cuja existência só começou quando ele nasceu como ser humano de sua mãe, Maria.

Deus revela a Cristo como o primeiro das primícias de Sua criação da humanidade. Deus também revela que o restante das primícias de Deus - a primeira fase do que Ele está criando para poder oferecer aos seres humanos a vida eterna como espírito – será ressuscitado quando Cristo voltar. Nos últimos 6.000 anos, desde o começo, Deus tem estado preparando um governo que reinará na Terra nos próximos 1.000 anos. E a primeira pessoa que Deus começou a preparar para isso foi Abel, um dos filhos de Adão e Eva.

Desde então, Deus tem trabalhado com outras pessoas, para prepará-las para reinar com Seu Filho, quando ele voltar. No livro de Apocalipse Deus revela que este novo governo mundial será composto por 144.000 indivíduos que serão ressuscitados como seres compostos de espírito quando Cristo voltar. E muitos indivíduos mencionados na Bíblia, como Moisés, Josué, Débora, Davi, os profetas, os apóstolos e muitos outros farão parte desse governo.



Verdade e mentira

O que acabo de mencionar sobre o reinado de Cristo no Milênio é o que a verdadeira Igreja de Deus tem ensinado durante quase 2.000 anos. Estas são as boas novas anunciadas pela Igreja primitiva, pelo verdadeiro cristianismo que foi fundado no ano 31 d.C.

A Igreja de Deus não está e nunca esteve formada por seres humanos perfeitos, mas por cristãos que sempre se esforçam para reconhecer o erro, para reconhecer o que é falso quando Deus revela essas coisas. E então descartamos o que é falso e abraçamos a verdade como Deus a revela.

E, novamente, tudo o que eu disse até agora está relacionado com a razão pela qual Deus agora, no final de 6.000 anos, vai julgar ao mundo. Em breve a sentença do juízo de Deus será executada em todo o mundo. Deus vai permitir que os seres humanos cheguem à beira da extinção. E então Ele vai interferir e acabar com essa loucura. Mas a Bíblia revela que mesmo depois que Deus ponha fim a Terceira Guerra Mundial, a destruição continuará. Porque alguns não acatarão a autoridade de Seu Filho quando ele voltar. Deus então destruirá àqueles que continuem empenhados em destruir a Terra. A profecia diz que talvez sejam bilhões de pessoas.

Isso não é algo simples, porque um grande número de pessoas não vão aceitar a autoridade de Cristo e de seu governo quando ele voltar. Durante 6.000 anos o Filho de Deus e aqueles com quem Deus trabalhou foram odiados, encarcerados, maltratados, zombados, desprezados, humilhados e também foram mortos. As pessoas sempre odiaram e rejeitaram a verdade de Deus. Mas agora está chegando o momento quando Deus vai mudar tudo isso.

Então, o que é verdade e o que é falso? Como eu disse antes, somente um deles pode ser a verdade. E se nenhum deles é a verdade, então ambos são falsos. Só pode haver uma verdade. E a verdade vem de Deus.

O cristianismo que foi fundado no ano 31 d.C. é conhecido por uma doutrina muito específica. Esse grupo chamado cristão é conhecido como Cristo disse que ele deveria ser conhecido: a Igreja de Deus. Eles não têm nenhum outro nome e não pertencem a nenhuma denominação. Outros que se dizem cristãos, que seguem preceitos que foram estabelecidos depois do ano 325 d.C., também são conhecidos por doutrinas muito específicas. Os que se chamam cristãos e fazem parte dos grupos que surgiram séculos depois do ano 325 d.C., que foi quando a igreja de Roma foi fundada, fazem parte desse mesmo “cristianismo”. Mesmo que eles aceitem somente alguns de seus ensinamentos.

A continuação vou dar uma lista com algumas verdades e no seguinte capítulo mostrarei evidências fiáveis (na Bíblia) das doutrinas dos primeiros cristãos, da Igreja que foi fundada no ano 31 d.C.



Uma lista das diferenças

Aqui está uma lista com diferenças facilmente reconhecíveis entre os dois grupos que se chamam cristãos. Primeiro eu menciono o que a Igreja que foi fundada no ano 31 d.C. professava e depois o que ela NÃO professava.

A Igreja guardava o Shabbat semanal no sétimo dia da semana (o dia depois da sexta-feira, que é o sexto dia da semana, e antes do domingo, que é o primeiro dia da semana) como o dia ordenado por Deus para a adoração a Ele e NÃO no domingo, o primeiro dia da semana.

A Igreja celebrava o Pessach e NÃO a Páscoa.

A Igreja acreditava que Cristo esteve no túmulo (no seio da Terra) exatamente três dias e três noites e NÃO somente um dia e meio (da sexta-feira no final da tarde ao domingo de manhã).

A Igreja acreditava que Cristo foi ressuscitado no final do dia no Shabbat semanal e NÃO no domingo de manhã.

A Igreja acreditava que os símbolos do Pessach devem ser tomados uma vez ao ano, no dia do Pessach e NÃO no que eles chamam de “santa ceia” ou “comunhão” e que eles costumam observar semanalmente.

A Igreja celebrava os Dias Sagrados anuais de Deus e NÃO os feriados anuais, como a Páscoa e o Natal.

A Igreja ensinava que depois de morrer devemos ressuscitar para a vida futura e NÃO que possuímos uma alma imortal e que, quando morremos vamos imediatamente para o céu ou para o inferno.

A Igreja acreditava no juízo eterno para alguns. O que significa que alguns nunca serão ressuscitados e NÃO que eles serão atormentados e torturados no inferno por toda a eternidade.

A Igreja acreditava que existe somente um Deus Todo-Poderoso Eterno (YAHWEH ELOHIM) que tem a vida eterna inerente a Si mesmo e NÃO que Deus é uma trindade, que existem três seres divinos que são um deus.

A Igreja acreditava que Cristo morreu cravado em um madeiro e NÃO em uma cruz.

A Igreja sabia que o nome que Deus disse que deveria ser dado a Cristo é Josué e NÃO Jesus.

A Igreja acreditava que a existência de Josué, o Cristo, só começou quando ele nasceu de sua mãe humana, Maria, e NÃO que ele sempre existiu, como Deus Pai.